Nesta quarta-feira (13) como previsto iniciou o trabalho do Deputado Pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direito
Humanos e Minorias.
Como de previsto houve manifestações e muita confusão provocada pelos grupos de esquerda e deputados contrários a eleição do Deputado Pastor Marco Feliciano tentaram tumultuar a reunião, o tumulto maior se estendeu por pelo menos 1h, na sequencia toda reunião também foi tumultuada, mas apenas com pequenos focos de protesto.
Ao final de quase três horas de reunião – que, por conta da confusão, nãoconseguiu votar os oito requerimentos apenas 4 como esta no post do site do pastor, que constavam na pauta -, poucos ativistas pró
Feliciano restaram, enquanto os contrários ao parlamentar só aumentavam sua participação – inclusive do lado de fora do plenário. Tamanha era a procura, que telões foram disponibilizados em duas outras salas para que os interessados acompanhassem a reunião.
No início, o PT – que conta com três deputados na CDH – entrou em obstrução e os parlamentares não assinaram a lista de presença. A deputada Érika Kokay (PT-DF) pediu verificação de quórum durante a votação do primeiro requerimento e teve a palavra cassada por Feliciano. A deputada afirmou que não reconhecia o colega como presidente do colegiado e, em vez de “presidente”, como tradicionalmente acontece, a Érika chamava o deputado de “Pastor Feliciano”, causando a revolta dos presentes.
Tumulto e provocação
Insatisfeitos com a atitude de Feliciano, os deputados Nilmário Miranda (PT-MG) e Dumingos Dutra (PT-SP)-foto- se dirigiram à mesa para
reclamar com o presidente da CDH. O colega, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que ocupava uma mesa na presidência do colegiado, saiu em defesa de Feliciano – e quase chegou às vias de fato com Dutra, que precisou ser amparado por assessores depois do episódio. Kokay e Dutra abandonaram a sessão logo em seguida.
Depois de duas horas e meia de reunião, Feliciano finalizou a sessão e foi escoltado por seguranças legislativos, manifestantes e
jornalistas para fora do plenário. Houve um princípio de tumulto e um dos manifestantes conseguiu dar um empurrão no rosto do deputado. Ele foi imediatamente segurado pelos policiais e negou a agressão. O parlamentar saiu do corredor por uma escada, onde o acesso dos demais foi proibido. Os manifestantes, então, seguiram em coro pelos corredores da Câmara.
Assista vídeo matéria do Jornal Nacional pela repórter Giuliana Morrone/Brasilia e comente…
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